Não mais

Soprou a brisa no fim da tardee trouxe-me um suave perfume.Oh, doce sabor! Donde é que veio,de qu'estrela, assim, inebriante?Seria mesmo de tão distante?Ah! De que astro volátil emanaeste lauto e gracioso enleio,ao qual, ávido, meu prazer se une?Ora, do pano do teu vestidodesprende o perfume que me inflama.Imagina, então, meu devaneio,houvesse do teu corpo … Continuar lendo Não mais