“Tropeiros, na trilha do amor”; primeiro romance de ficção

Após a trilogia “Caravanas”, publicada entre os anos 2011 e 2014, eu concluí meu primeiro romance, na verdade uma novela, cuja escrita iniciei no final de 2012.

Com o título “Tropeiros, na trilha do amor”, o livro foi lançado no dia 25 de outubro de 2016, na 3ª Semana Literária promovida pelo Tribunal de Justiça do Estado da Bahia. A tiragem foi limitada, de 300 exemplares custeados pelo própria autor.

O livro traz a ficção entrelaçada com a história para mostrar a presença de tropas e tropeiros na região sudoeste da Bahia, já na divisa com o norte de Minas Gerais, ao tempo que resgata práticas e vivências do início do século XX, ainda no alvorecer da República.

Transcorre entre a saída e a volta de uma tropa, para terminar com a reafirmação da oligarquia no exercício do poder no Brasil. O filho de um coronel, recém-formado em leis, abre a janela do gabinete e enxerga seu futuro no Parlamento.

Os fatos ocorrem entre os anos de 1912 e 1922, e a narrativa procede no tempo real dos acontecimentos. Assim, o leitor é transportado para a época, como se também vivesse o período, sem conexão com datas ou fatos além daquela década. A linguagem, a comunicação e o comércio; o vestuário, a culinária e a cultura; a política, a educação e a medicina, tudo acompanha os moldes predominantes na região por aquela época.

Alguns exemplares ainda podem ser encontrados na Papelaria Globo, em Guanambi – Telefone (77) 3451-1877.

Veja aqui um trecho do livro.
A Papelaria Globo, em Guanambi. Veja aqui.

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