Estudante, bancário e jornalista

ARI DONATO cresceu na Vila Nova, um dos primeiros bairros de Guanambi, quando a cidade registrava pouco mais de 5 mil habitantes. Começou seus estudos em 1959, no Jardim de Infância, na Praça da Bandeira, com a professora Maria de Lourdes Fernandes.

No ano seguinte, iniciou o curso primário, na rede pública estadual, com a professora Maria Dolores Primo. Ainda no primário, do 2º ao 5 ºano, estudou com a professora Hermosina Leão (uma parte no Grupo Escolar Getúlio Vargas) e, em 1964, submeteu-se à admissão ao ginásio.

Entre 1965 e 1968 estudou no Ginásio e Escola Normal São Lucas, da rede particular, com bolsa fornecida pelo colégio. Entre 1969 e 1971 cursou e concluiu o Curso Normal, no Colégio Estadual Governador Luís Viana Filho, diplomando-se professor primário.

Em 1972 mudou-se para Salvador, capital do Estado.

Trabalhou no Banco de Crédito Real de Minas Gerais, na Rua Chile, e, em 1974, prestou vestibular para o curso de Comunicação Social (com habilitação em Jornalismo) da Universidade Federal da Bahia. Era repórter de A Tarde quando concluiu o curso, em 1978.

Em A Tarde, começou a trabalhar em novembro de 1977, na Editoria de Esportes, sob o comando do jornalista Genésio Ramos, falecido no primeiro semestre de 2007.

Foi editor do suplemento A Tarde Rural, do jornal A Tarde,por quatro anos, até agosto de 2007, quando passou a exercer a função de editor de sucursais e de coordenação de redação das sucursais.

É servidor do Poder Judiciário baiano, lotado na Assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça do Estado, tendo sido assessor de imprensa do Judiciário na administração dos desembargadores Gérson Pereira dos Santos, Mário Albiani, Paulo Furtado e Ruy Dias Trindade, entre os anos de 1988 e 1996.

Também foi assessor de Comunicação do Instituto Pedro Ribeiro de Administração Judiciária (Ipraj), do TJ, na administração de Carlos Alberto Dultra Cintra e Gilberto Caribé, de 2002 a 2006. Depois, assessor de Ação Social, na administração dos desembargadores Telma Britto e Mário Hirs, entre 2010 e 2013.

No início dos anos 1970, foi o primeiro presidente do Centro Cultural Assis Chateaubriand, do Colégio Luís Viana Filho, em Guanambi. Na mesma época trabalhou no serviço de alto-falantes e de programação do Cine Teatro Sorbone.

Na Universidade, integrou a Comissão de Imprensa do Diretório Central dos Estudantes (DCE), que editava o jornal Viração. Foi um dos fundadores do Centro Estudantil de Guanambi (CEG) e da Residência Estudantil de Guanambi (REG), no final dos anos 1970.

4 comentários em “Estudante, bancário e jornalista

  1. Muito bem, meu prezado amigo Ari Donato; você começou a os seus estudos com dificuldade financeira como você mesmo salientou, mas dado a sua força de vontade de ir mais longe, se mudou para Salvador onde trabalhou como jornalista e repórter no Karnal A Tarde, enfim você venceu, pois Deus corou com êxito os seus esforços. Continue fazendo o trabalho que você gosta, pois qualidade, conhecimento e experiência profissional é o que não lhe falta! Como diria o nosso estimado amigo Eduardo Jorge Mendes Magalhães, você é uma pessoa muito especial! Parabéns com o meu afetuoso abraço! Continuarei lendo os seus escritos, pois são de ótima qualidade! Tenha uma ótima noite!

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  2. Olá primo-sócio Ari. Eu não sabia que você teria nascido no Bairro Vila Nova (uma novidade). O destino fez com que os nossos caminhos fossem bem deferentes, enquanto você fez opção para Salvador eu vim para a cidade de Montes Claros, mas é bom dizer que hoje estamos realizados na vida. Ontem eu comecei a elaborar um soneto sobre os nossos currais de ossos, era uma brincadeira sem igual. A nossa coleção de revistas e tantas outras formas de entretenimentos que fazíamos de nossas vidas um mundo irreal mas gostoso de viver. No final, herdamos do nosso avô Domingos Antônio Teixeira, o gosto pela literatura e hoje somos poetas. Que coisa mais legal! Você me deve uma visita em Montes Claros. Téo Azevedo manda-lhe um abraço e nós também (eu e Júlia) mandamos-lhe o nosso amplexo!

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    1. Meu caro primo-sócio, que alegria tê-lo aqui, mesmo que virtualmente. Uma correção: eu não nasci no bairro Vila Nova; nasci no centro da então pequena Guanambi. Eu cresci na Vila Nova.
      Endosso suas palavras acima. Como prova, tenho em minha pequena biblioteca alguns dos livros dessa época, sendo o mais antigo deles uma edição de “A pata da gazela”, de José de Alencar, edição de 1964, com os dizeres “Dário – Ary S/A”, depois, acrescentado Ltda. Pelo visto a empresa crescia… Esses dizeres, escritos por você, meu caro primo, datam de 4 de agosto de 1967.
      Abraço-o e também a Júlia e ao meu cantador e violeiro Téo.
      Um dia irei visitá-los.

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